Com a inadimplência de quatro meses, o montante em aberto já soma R$ 8.007.929,92 nos débitos previdenciários e R$ 19.318.464,72 nos não previdenciários, totalizando uma dívida de R$ 27.326.394,64 com a PGFN.
Os valores das parcelas são corrigidos pela Selic, a taxa básica de juros do Brasil.
No acordo assinado em fevereiro deste ano com a PGFN, a gestão Osmar Stabile pagou as quatro primeiras parcelas, mas deixou de arcar com as prestações a partir de junho.
